Treinadores a divagar na net.
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O FC Porto venceu esta noite o SC Braga, mantendo assim a pressão sobre o Benfica, estão
agora os dois empoleirados no poleiro mais alto, ou seja, ambos na primeira posição da tabela.

Nos primeiros minutos o jogo foi equilibrado, com uma ligeira superioridade para o lado do
Dragão. Mas a verdade é que nem uma, nem outra equipa conseguiram fabricar grandes
oportunidades de golo. Até que aos 26 minutos surge uma boa ocasião para os tripeiros, Hulk,
num contra-ataque rápido consegue rematar cruzado, mas Quim defende com os pés.

Passados 10 minutos, nasce o primeiro golo do jogo, através do inevitável Hulk. Cada vez mais
se nota a dependência que o FC Porto tem por este jogador. James cruza desde a ala direita
e o super-herói de cabeça envia a bola para o fundo das redes de Quim. Nesta altura, Vítor
Pereira deu um abraço tão sentido ao seu adjunto que até pareciam algo mais do que amigos.

A segunda metade da partida começou como acabou a primeira, ou seja, com o Dragão em
cima do SC Braga, conseguindo empurrar os bracarenses para o seu meio-campo. O Braga
encontrava-se apático, não atacava e pouco defendia, a agressividade era nula, e perto dos 80
minutos os tripeiros ampliaram a vantagem por duas vezes, primeiro por Hulk, e depois por
Kleber.

Depois de sofrer estes dois golos, os bracarenses acordaram e finalmente conseguiram criar
real perigo na área portista. Um minuto antes dos noventa, Hulk comete penalty sobre Salino,
e Lima aproveita para reduzir para 3-1. Dois minutos depois, Lima bisa na partida e fixa o
resultado final. Estes dois golos serão dedicados ao comentador da TVI que pouco antes tinha
afirmado que Lima não andava a jogar nada.

Texto escrito por André Sá

De todos os jogos deste campeonato, o “derby” da capital, Benfica vs Sporting, é certamente
um dos mais esperados todos os anos. Desta vez a vitória sorriu ao clube da Luz, por 1-0, com
um golo de Javi Garcia.

Durante a semana, um dos assuntos mais falados foi o facto de os adeptos sportinguistas
serem obrigados a ver o jogo numa zona de conforto, a que muitos chamaram de jaula. A mim
parece-me que tem muita lógica, visto ser esta, a equipa dos leões.

Quanto ao jogo, uma das supresas foi a inclusão de Jardel no centro da defesa benfiquista,
fruto da ausência forçada de Luisão por lesão. Do outro lado, Carriço jogou como titular
à frente da defesa, onde era mais provável jogar André Santos. Assim, no onze inicial de
Paciência foram incluídos três jogadores que habitualmente são centrais, mas não se notou
nada a presença deles na partida, só quando faziam assistências para os adversários.

O início do jogo foi bastante equilibrado, mas o nervosismo não facilitava nas decisões no
último terço do terreno para ambas as equipas. Aos 12 minutos, após um canto estudado
de Aimar, Gaitán sem deixar a bola bater no solo, remata forte e colocado, tão colocado que
acertou mesmo no poste.

Algum tempo depois, Matías Fernandez lesionou-se e teve de ser substituído por Carrillo.
Depois da primeira meia hora de jogo, os lampiões começaram a criar mais perigo, o que levou
que aos 42 minutos nascesse o único golo da partida, Javi sobe ao 2º andar e remata de cabeça
para o fundo das redes, com Rui Patrício pregado ao chão com 60 pregos e amarrado aos
postes com algumas correntes.

Já na segunda parte, mais precisamente aos 47 minutos, houve uma enorme confusão na área
benfiquista, acabando com dois amarelos, um para Cardozo e outro para Wolfswinkel. Afinal
não era só os adeptos que precisavam de uma “zona de conforto”. Alguns minutos depois
Cardozo é expulso, o que mudou a estratégia de jogo de Jorge Jesus.

Com dez jogadores, o Benfica, como é natural, defendeu em bloco, e o Sporting, mesmo com
mais um, não conseguiu criar grandes situações de perigo, aliás, a melhor oportunidade foi
de Rodrigo. Os lagartos tentaram, mas até ao final da partida não conseguiram alcançar o
empate.

Texto escrito por André Sá

Derby Benfica vs Sporting está aí à porta

Novembro 14th, 2011 | Posted by admin in Futebol português a la carte - (Comentários Desligados)

Todas as épocas o jogo entre os grandes lisboetas faz correr adeptos até ao estádio, e faz
também correr muita tinta pelos jornais desportivos portugueses, menos o jornal “o jogo”,
que só fala das equipas do norte. Em qualquer dos anos se ouve conversas sobre quem devia
jogar, ouve-se ainda as criticas aos jogadores, os lampiões criticam Cardozo, e os lagartos a
sua defesa. Há apostas, por vezes loucas, entre amigos sobre quem será o vencedor (se virem
um amigo seu sportinguista com o cabelo pintado de vermelho não se preocupe pois não
está louco, provavelmente foi só uma aposta). Mas este clássico ultimamente não costuma
passar de “apenas” um jogo onde o orgulho clubístico está no máximo, pois nos últimos anos a
distância pontual entre estes dois clubes tem sido relativamente grande, ou então o FC Porto
já vai disparado no primeiro lugar em direcção à meta.

Este ano é diferente, os dois clubes estão apenas a um ponto, e o FC Porto continua colado,
ou seja, os 3 grandes estão com uma diferença pontual mínima, e para apimentar ainda mais
o derby, os tripeiros defrontam o SC Braga avistando-se muitas dificuldades para obter os 3
pontos.

Com tudo isto, os adeptos descoraram-se em romaria às bilheteiras, e já não há mais bilhetes
em Alvalade, pois os 3425 bilhetes inicialmente pedidos pelo Sporting ao Benfica já foram
esgotados em apenas 4 horas. Parece que a virose da crise não afecta lagartos, grande
descoberta esta. Tem aqui a maior dica: se não quer entrar em crise, vire lagarto.

Visto esta procura tão imensa, o Sporting já vai pedir mais 5000 ingressos ao Benfica. Pedido
este que não deverá ser correspondido. Era bem mais fácil um caracol vencer o Usain Bolt
numa corrida de 100 metros.

Até sábado certamente haverá muitas discussões sobre o desafio, mas lembre-se, não faça
apostas demasiado exorbitantes nem apostas que envolvam muito dinheiro, a menos que seja
lagarto, pois aí a crise “é uma coisa que a si não lhe assiste”.

Texto escrito por André Sá

Izmailov já trabalha no relvado

Novembro 13th, 2011 | Posted by admin in Futebol português a la carte - (Comentários Desligados)

Izmailov ultimamente tem ultrapassado momentos muito difíceis na sua carreira desportiva,
pois as lesões não o têm largado, impossibilitando-o que possa mostrar todo o seu valor pelos
relvados.

Esta última lesão não se encontra ainda recuperada, e continua a exigir imensos cuidados
especiais à equipa médica leonina, não sendo ainda certa a data em que Izmailov vai poder
voltar aos treinos sem limitações, só se sabe que não será em breve.

Por outro lado também é verdade que o russo tem respondido muito bem ao tratamento,
mas os médicos aconselham muita calma, pois nestes casos a pressa costuma ser inimiga da
perfeição, se assim não for o Sporting corre o risco de ficar com um Mantorras no seu plantel.

Neste momento o médio já realiza corrida ligeira no relvado, sendo este um muito bom
indicador para a sua evolução. Lembre-se que esta já foi a terceira intervenção cirúrgica ao
joelho direito. Para o bem do futebol português, especialmente para o futebol do Sporting é
bom que a recuperação corra o melhor possível.

Texto escrito por André Sá

Depois do empate do FC Porto, os grandes clubes de Lisboa, Benfica e Sporting, entraram em
campo com desejo de ganhar pontos em relação ao clube do dragão. O Sporting conseguiu
atingir o objectivo, mas já o Benfica fracassou, ou pelo menos, não triunfou, pois manteve a
igualdade pontual com o FCP.

O Benfica foi jogar a Braga, num jogo complicado como já era de esperar, e não conseguiu
melhor que um empate (1-1), num jogo onde houve 3 interrupções por causa da falta de luz. É
o que acontece quando não se paga a factura da electricidade, nem os clubes escapam à crise.

Os pupilos de Jorge Jesus entraram no jogo a dominar, tentando marcar o ritmo do jogo. Já os
bracarenses apostavam em contra-ataques rápidos. Apesar disto, quem controlava o jogo por
completo, não era nem o Benfica, nem o Braga, nem a equipa de arbitragem. Era, nem mais
nem menos, a iluminação, ou melhor, a falta dela. Melhor em campo, sem dúvida.

O primeiro golo surgiu já perto do intervalo, através duma grande penalidade convertida por
Lima, depois de uma bola ter batido no braço de Emerson. O Benfica modificou a táctica de
jogo, sem grandes efeitos. Mas aos 72 minutos, num lance um pouco confuso Rodrigo faz golo,
como tem acontecido nos últimos jogos, terminando a partida com um empate.

Já o Sporting venceu o União de Leiria em casa por 3 bolas a 1, com bastantes dificuldades.
Os leões, que às vezes são gatinhos, ficaram em vantagem bem cedo, logo aos 8 por Matías
Fernández. Mas aos 21 minutos, Djaniny restabeleceu a igualdade. Note-se que este jogador
o ano passado jogava nas distritais, sendo esta mais uma prova que em alguns casos o que
separa um jogador das divisões secundárias dum jogador de divisão de topo é apenas o salário
mensal.

Na segunda parte, aos 50 minutos, Matías Fernández facturou mais uma vez, para alegria de
todos os adeptos sportinguistas. Destes mesmos adeptos, metade ficaram gagos, depois do
susto provocado pelo Leiria que parecia que ia empatar de novo o jogo, mas alguém do além
bloqueou o cérebro de Djaniny, que falhou de forma incrível. Deus deve ser sportinguista.

Quase no final do jogo, Ricky van Wolfswinkel fez o 3-1 final, transformando uma grande
penalidade em golo. O desafio terminou logo em seguida.

Texto Escrito por André Sá

FC Porto empata a zeros

Novembro 5th, 2011 | Posted by admin in Futebol português a la carte - (Comentários Desligados)

O FC Porto defrontou este sábado o Olhanense na 10ª jornada da Liga Portuguesa. Recorde-
se que o FC Porto vinha duma derrota na fase de grupos da Liga dos Campeões contra o Apoel
por 2-1, numa exibição bastante pobre, o que naturalmente causou críticas por parte dos
adeptos portistas sobre algumas das opções de Vítor Pereira.

Os homens de azul entraram com vontade de decidir a partida cedo. Logo nos minutos iniciais
beneficiaram de uma grande penalidade, pois o camião Maurício atropelou Kléber e o árbitro
não hesitou em assinalar a infracção. Hulk, já sem o cabelo amarelo (as tintas de carnaval
nunca duram muito tempo), permitiu a defesa por duas vezes a Fabiano com os seus 3,20
metros de altura.

A partir desse momento o Olhanense equilibrou a partida, onde surgiram algumas
oportunidades para ambos os lados, mas sem efeitos de maior, principalmente pela falta de
inspiração dos atacantes azuis, e pela falta de jogadores ao ataque do Olhanense. De salientar
que mesmo assim, os defesas portistas tremeram em algumas ocasiões, eu diria que estavam a
ter alucinações e a ver avançados onde não existiam, por isso é que se atrapalhavam sozinhos.

O dragão veio para a segunda parte com uma atitude distinta, mas mesmo assim não cuspiu
fogo, só de lá saíram umas pequenas nuvens de fumo. A esta altura era visível a tentativa de
Hulk resolver as coisas, a equipa jogava muito apoiada nele, o que acontece, talvez, mais vezes
do que era suposto.

Posteriormente o Olhanense começou a controlar os ataques portistas, metendo muita gente
perto da sua baliza. Não meteu o autocarro na baliza, mas chegou a deixar uma carrinha de
9 lugares lá estacionada. Podem até não achar isto um futebol positivo, mas a verdade é que
resultou, e para os homens de Olhão cada ponto conta. No final o que fica na história é o
empate a 0-0 em terras algarvias.

Texto escrito por André Sá

Benfica vence em espectáculo pobre

Outubro 29th, 2011 | Posted by admin in Futebol português a la carte - (Comentários Desligados)

Este sábado realizou-se no estádio da Luz o encontro referente à 9ª jornada entre o Benfica e o
Olhanense que terminou com uma vitória benfiquista por duas bolas a uma.

O jogo começou com a equipa da casa a ganhar, ao contrário do que costuma acontecer,
pois normalmente o jogo começa com um empate sem golos, mas quando uma equipa vem
assistir quase literalmente ao jogo do adversário sempre paga com um golo à entrada, tal
como os adeptos pagam o bilhete. O Benfica não se fez rogado, principalmente Rodrigo,
que fez as redes do adversário balançar por duas vezes, batendo os 1,97 metros de Fabiano.
Curiosamente é o maior guarda-redes do campeonato português, e isto de ser alto em
Portugal não parece ter muitas vantagens, Roberto também é, mas nunca lhe adiantou de
muito, como é bem sabido.

Depois de chegar ao 2-0, a história mudou, em vez de ser o Benfica a jogar e o Olhanense
a olhar, era o Benfica a treinar e o Olhanense a admirar, tornando-se um espectáculo
aborrecido, onde poucos daqueles que estavam em campo mostraram alguma coisa de jeito e
onde a velocidade era tão reduzida que até Cardozo podia parecer rápido se o quisesse.

No intervalo o Olhanense deslocou-se às bilheteiras e reclamou o que tinha pago para assistir
o jogo do clube da Luz por falta de satisfação, assim na segunda parte foi-lhe dado um golo
para compensar esta situação.

Depois disso, quando se pensava que o golo do Olhanense podia animar as coisas, o encontro
tornou-se ainda mais pobre, sem motivo de qualquer interesse, acabando os encarnados por
vencer e recuperar a sua liderança a par com o Dragão.

Leonardo Jardim perspectiva jogo complicado

Outubro 29th, 2011 | Posted by admin in Futebol português a la carte - (Comentários Desligados)

Leonardo Jardim, treinador do SC Braga já fez a projecção do jogo contra a Académica a
realizar este sábado em Coimbra contra a Académica. Falou da dificuldade de ganhar fora de
portas, dos reais objectivos do clube, e ainda de um dos jogadores de seu plantel.

Pelas palavras do técnico bracarense, pressupõe-se que a mesa de matraquilhos terá os
mesmos 11 bonecos que defrontaram o Feirense e venceram por 3-0, ou então apenas
uma alteração, pois um dos bonecos encontra-se com falta de tinta. Afirmou ainda, que
Nuno Gomes é especial, pois destaca-se pela sua aparência afeminada, o que num jogo de
matraquilhos não é muito comum.

Sobre os objectivos, declarou que o SC Braga nunca foi candidato ao título, retirando toda a
pressão e colocando-a nos 3 grandes, mesmo tendo o SC Braga ficado à frente de pelo menos
um dos 3 nos últimos anos, o que mostra que estatuto não ganha jogos, ou pelo menos é o
que devia acontecer, pois há sempre algum homem de apito na boca que mais parece a
torre de pizza, sempre com uma inclinação estranha.

Sobre o lado dos matraquilhos de Coimbra destacou Éder, o que não é muito estranho, pois
o próprio SC Braga tem opção sobre ele, talvez esteja a tentar passar graxa nas chuteiras dele
para ele não facturar.

De notar que 8 jogos realizados os bracarenses só perderam uma única vez, contra o U. Leiria,
que curiosamente se encontra quase a afogar, devido às cheias que atingiram a cidade.

O Sporting, como é sabido, está a passar uma fase muito boa, com óptimos resultados,
excelentes exibições e com os seus adeptos eufóricos, talvez até em demasia, mas para quem
passou a época passada a ver a equipa a jogar pior do que um conjunto de amigos que vão
a um jogo de solteiros contra casados, com o acompanhamento da tradicional cerveja com
tremoços, estes últimos resultados devem soar a milagre em Alvalade.

Para quem está mais atento, esta fase não é obra do acaso, as novas contratações, a paciência
do treinador, e uma significativa melhoria nos índices de confiança tem feito do Sporting uma
equipa muito mais equilibrada e perigosa, onde até Evaldo, o único jogador no mundo com
dois pés direitos e que é esquerdino, marca golos. A defesa continua um pouco trémula, mas
agora com o seu novo herói, o capitão américa (Onyewu), vão resolvendo as coisas.

Este bom momento tem ressuscitado um jogador em particular, Capel, até já lhe chamam a
cobra Capel, o que acho injusto para os defesas adversários, marcar uma cobra é perigoso,
nunca se sabe quando nos pode injectar seu veneno nas nossas veias.

Ontem saíram umas declarações dele, mas de todas a única que parece ser mesmo importante
é a seguinte: «Estou a recuperar uma faceta que antes não tinha», o que mostra o seu
grande gosto por charadas. Desafio-vos a decifrar isto: qual é a coisa, qual é ela, que se pode
recuperar mas nunca se teve? Se alguém souber agradecia que dissessem. Claro que isto pode
também ser mais uma má tradução, comum em alguns jornais portugueses.

Veremos se o leão continua a rugir alto, assim o departamento médico poupará amplamente
em medicamentos antidepressivos, pois se tudo isto volta ao que foi na época passada, muita
gente irá deprimir, menos os adversários, claro, que certamente estão intimidados com a nova
equipa “paciência”, “ex-tranquilidade”.

O Benfica venceu este sábado o Beira-Mar, na cidade de Aveiro, por uma bola a zero, com
Tacuara a aproveitar uma fífia do guarda-redes adversário, Rui Rego.

Jorge Jesus, com esta vitória suada mas merecida mostrou aos políticos como se faz, depois de
uma polémica declaração anterior ao jogo em que denominou os nossos governantes como,
digamos, pouco produtivos, para sermos politicamente correctos.

Os 3 pontos conquistados num terreno tradicionalmente complicado, colocam pressão sobre
os seus mais directos opositores na luta pelo título. Lembre-se que o Beira-Mar apenas tinha
sofrido 2 golos até esta jornada, o que só por si mostra a eficácia e organização defensiva
sempre presente nesta equipa.

A equipa lisboeta entrou em campo com algumas poupanças, coisa habitual neste tempo de
crise; Jesus deixou no banco Aimar, Javi Garcia e Gaitán. A estes pode-se também juntar a
ausência de Maxi Pereira, que se encontra lesionado.

Nos minutos iniciais o Beira-Mar consegui criar algum perigo, que por culpa de Artur e também
por aselhice dos atacantes aveirenses não se materializou em golos, mas este fulgor foi-se
perdendo ao longo do tempo, acabando o Benfica por controlar o jogo.

Aos 42 minutos surgiu o único golo do jogo, oferecido por Rui Rego a Cardozo, talvez como
uma prenda de Natal antecipada. Depois deste golo a equipa encarnada foi controlando o
jogo, que se tornou pouco intenso, o que beneficiou o Benfica, pois vinha de uma jornada
europeia desgastante.

Até ao fim do jogo surgiu uma ou outra oportunidade, mas o resultado não voltou a alterar.

É de salientar o facto de Rocky Balboa ter entrado no jogo por duas vezes, uma na condição de titular e outra na condição de adereço de moda no corpo de Nuno Coelho. Ambas as suas aparições em campo foram de uma espectacularidade só comparável a uma corrida de caracóis.